Enquato o céu se banhava de vermelho côr de nascer do sol e depois , azul claro cor de dia após terrível tempestade , lá estava ela . Se misturando a todas as coisas lindas criadas delicadamente pelo Salvador . Como se a maldade nunca tivesse existido ou estivesse presa na dimensão da linha tênue e invisível entre o pôr e nascer do tímido astro . Como se cada célula de seu corpo soubesse que viemos de passagem e teremos de deixar-nos .Como se a paz e o amor nos pertencessem e não precisássemos lutar por eles .
A dor só dizia respeito a seu peito - Que a abrigava sem fazer ruído - enquanto seus sonhos gritavam .
Tinha fome e sede de amar . Gostava de poder dizer todos os dias "Até amanhã" a única certeza de todos os dias , o astro rei , e agradecer ao Salvador por ter-nos presenteado.
Nunca adormecia . Não gostava de perder o ceu brincar de ser lindo à noite .
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